Você tem paixão por adrenalina e quer um esporte que te desafie ainda mais? Então você vai pirar com o Base Jump, uma espécie de bangee jumping com paraquedismo que é ainda mais emocionante! A modalidade pode ser praticada em diferentes lugares, inclusive, a sigla BASE significa “Building Antenna Span & Earth“, ou seja, “Prédio, Antena, Ponte e Terra“, lugares dos quais os atletas costumam saltar, sendo “terra”, usado para indicar montanha.

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No Base Jump, são utilizados equipamentos exclusivos, ou seja, que foram construídos especialmente para a prática da modalidade. A base jumper brasileira Rita Birindelli contou pra gente que, com o uso desses equipamentos, é possível fazer o salto até mesmo de um avião. Porém, por ser um equipamento exclusivo, ele possui dobraduras específicas e, normalmente, não possui um paraquedas reserva. Além do paraquedas, alguns jumpers fazem uso do wingsuit, um traje que lembra “asas”, e possibilita que o praticante consiga fazer uma espécie de “voo”. Você pode ver um pouquinho dessa experiência no vídeo abaixo:

Nas competições de Base Jump, são avaliadas: precisão, pouso e performance aérea e, no caso do wingsuit, corrida, distância percorrida e performance. Existem, também, competições mundiais da modalidade, como a World Wingsuit League

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A Suíça tem uma das mecas na prática do esporte. Rita contou pra gente que Lauterbrunnem é a cidade em que, todos os anos, praticantes se reúnem para saltar dos paredões do vale. A base jumper Julia Botelho ressaltou que na Noruega, Itália, Malásia e Grécia, o base jump é quase uma atração turística, já que o esporte reúne muitos admiradores.

NO BRASIL

O esporte ainda não é muito popular aqui no Brasil, ainda que já tenha rolado um salto irado – e noticiado – na Faria Lima, em São Paulo (clique para ver). Segundo Rita, existem cerca de 70 base jumpers no país, até então. Como ela entrou em contato com a gente na nossa página, aproveitamos para perguntá-la sobre sua sua relação com o esporte – e o relato é inspirador. “Base jump pra mim é mais que um esporte, é uma paixão, um tipo de meditação! Sou praticante há 6 anos, tenho mais de 250 saltos e pratico, também, o wingsuit base jump. Fui escolhida uma das atletas outsiders desse ano, o que me deixou muito feliz”.

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Foto: Reprodução/Facebook Pessoal

Já a base jumper Julia Botelho começou sua trajetória com as escaladas. “Sou escaladora há 6 anos e base jumper e paraquedista há 4 anos. Juntei os dois esportes que mais amo na vida: a escalada e o base jump. Foquei na abertura de novos pontos de saltos em montanhas a partir de escalada e, hoje, sou a mulher com mais saltos de base jump no Brasil e, até hoje, a única mulher responsável por abertura de novos pontos de salto, tais como Dois Bicos em Teresópolis, Três Pontões no Espírito Santo, Pedra Selada em Visconde de Mauá, etc. Sou ex-atleta de Paraquedismo da equipe feminina de 4 way do Exército, me mudei do Rio de Janeiro para as montanhas do Espírito Santo e, hoje, vivo o sonho de escalar e saltar todos os dias! O base jump pra mim é muito além de busca por adrenalina, é uma forma de viver a vida, de ser livre de uma forma intensa e verdadeira. É aceitar limitações, mas não temer. Evoluir. Respeitar o seu próprio caminho“.

Foto: Reprodução/Facebook Pessoal

Foto: Reprodução/Facebook Pessoal

A melhor forma de apresentar o esporte é oferecendo um preview do frio na barriga que os saltos proporcionam. Saca só o vídeo dessa galera!

Bora saltar? Então vai de The North Face! Confira a seleção que fizemos para quem se animou com o vídeo:

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Calça Conversível Paramount Peak II | Calça Freedom Insulated | Baselayer Warm L/S Zip Neck | Camiseta Meadowlike

Para te inspirar, também montamos uma playlist irada que tem a cara do esporte! Ah! Aproveite para seguir o nosso perfil no Spotify 😉


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