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A Indonésia é um antro de vulcões. Isso porque está localizada no Anel de Fogo, a região mais sismicamente ativa do mundo; é onde 90% dos vulcões ativos do mundo estão. O Monte Agung é o ponto mais alto da ilha de Bali, com 3.142m de altitude e é um desses vulcões ativos do país. Sua última atividade foi em maio de 2019, quando soltou lava e rochas incandescentes, além de cinzas que se espalharam pelas vilas próximas.

Tamanho desafio não é fácil de encarar: o trekking tem 14km de extensão, seu nível é difícil,  e tem duração de 12 a 15 horas entre subida e descida. São aproximadamente 5 a 7 horas para chegar ao topo, numa trilha que inicia as 23h30 para ver o nascer do sol do cume do vulcão. Pesquisando, quase não tem informações sobre o Agung por aí, mas a Luisa Galiza, do Leve na Viagem, subiu o vulcão e trouxe um material em primeira mão muito legal para compartilhar com vocês!

Monte Agung: um trekking espetacular

Informações importantes

  • Cume mais alto de Bali
  • 3142m de altitude
  • Trilha nível difícil superior por ter penhascos e grande exposição
  • 12 a 15hrs de duração
  • Cerca de 15km
  • Altimetria de 2.000m
  • 6 horas de subida íngreme
  • 6 horas de descida íngreme
  • Solo lamacento, com cascalho e escorregadio
  • Caminhada exporta sobre pedras

Sobre o trekking

Primeiramente, é muito importante ir com guia. É um terreno desconhecido, pouco explorado, e ir com quem tem experiência vai tornar tudo ainda melhor. É muito importante levar roupas de frio que sejam resistentes, pois a temperatura é baixa e os ventos, fortes. Além disso, ter preparação e condicionamento físico é imprescindível, já que é uma subida, de fato, bem difícil. Esse, aliás, é um dos motivos de quase não haver exploração turística nesse trekking, além de haver pouca divulgação. Para subir, custa em média $100 por pessoa.

O trekking em si é desafiador. O terreno varia muito entre fértil e arborizado, cascalho com pedras vulcânicas e afins. A subida é bastante íngreme e não te da trégua. São mais ou menos 6 horas para subir, e o fôlego falta. Chegar ao cume, no entanto, é, de fato, recompensador. A vista é surreal! Dá uma olhada:

Interessante observar que, mesmo em se tratando de um vulcão, não é quente; pelo contrário: devido à altitude, faz bastante frio. Além disso, a fumaça que sai de lá não tem cheiro de enxofre, como é comum imaginar.

“Vivenciar uma experiência como essa, de subir o vulcão mais alto e ativo de Bali, transcende explicações. É uma mistura de sentimentos que envolve desafio físico, mental, espiritualidade e magnitude da natureza. Sem dúvida foi o ápice da viagem à Indonésia “ Luisa Galiza

O relato completo está disponível no reels do Leve na Viagem. Se você pretende fazer essa viagem ou tem curiosidade sobre o Monte Agung, vale a pena dar uma olhada!

Dicas importantes

Para esse tipo de aventura, vestimentas de qualidade são imprescindíveis, não só pelo conforto, mas também pela segurança. Subir o Agung e vulcões que não tem neve, mas obviamente altitude, exige o uso de casacos resistentes e anorak para proteger contra vento forte e eventuais chuvas. Um gorro e luvas também são importantes para manter as extremidades aquecidas e, claro, uma bota de alta qualidade para garantir que seu meio de transporte, ou seja, seus pés, estejam seguros.

Aqui vão algumas indicações para essa trilha de arrancar suspiros:

  • Casaco para frio de altitude mediana indicamos o Thermoball que tem ótima resistência para baixas temperaturas, acolchoado e é feito com materiais reciclados!
  • De anorak, a sugestão fica para o modelo Venture!
  • Opções de gorros tem aos montes, fica a seu critério de estilo, cor e design.
  • Diversos modelos de luvas, mas destaque para Etip Recycled e Montana Etip Gore-Tex
  • Por fim, uma boa bota para o vulcão é Hedgehog Mid Futurelight Que Tem Tecnologia Respirável, Impermeável E Ótima Aderência Com Seu Solado Vibram!

 

Lembrando que, para qualquer uma das peças do site ou da loja física, o cupom levenaviagem garante 10% de desconto 🙂

 


Escrito por

Luísa Pires

Luísa Pires é licenciada e pós graduada em Letras, atuando desde 2018 na redação do Leve na Viagem. Amante de livros, viagens e das descobertas de novas aventuras.